Uma transportadora brasileira operava com dados espalhados em sistemas que não conversavam: o TMS para fretes e romaneios, a telemetria de frota para rastreamento e o ERP para o financeiro. A visão consolidada da operação vivia em planilhas montadas à mão, semana a semana.
Cliente anonimizado a pedido.
O desafio
- Custo por km, ocupação de frota e SLA de entrega calculados manualmente, com dias de atraso.
- Telemetria e TMS em silos — impossível cruzar rota planejada × executada sem trabalho manual.
- Diretoria sem visão diária da operação; decisões tomadas sobre dados defasados.
A solução
A Meta Dados integrou as fontes e entregou o Metabase como camada única de visualização:
- Integração — pipelines conectando TMS, telemetria e ERP, com carga em uma base analítica única.
- Modelagem — camada unificando viagem, frete, veículo e motorista, com a "viagem" como grão central.
- Dashboards — operação (viagens em andamento, ocupação, pontualidade) e financeiro (custo por km, margem por rota e cliente, conciliação de frete).
- Permissões — cada gestor vê a sua unidade; a diretoria vê o consolidado, usando a segregação de dados nativa do Metabase.
A stack
TMS · telemetria de frota · PostgreSQL · Metabase self-hosted · Python.
Por que Metabase
Self-hosted e open source — o dado operacional sensível fica na infraestrutura do cliente; permissões por grupo para segregar unidades de negócio; e uma curva de aprendizado que permitiu ao próprio time da transportadora criar suas perguntas depois do handover.
Perguntas frequentes
Precisa trocar o TMS ou a telemetria para ter o BI?
Não. O trabalho é integrar as fontes que a operação já tem — TMS, telemetria e ERP — em uma camada analítica única. Os sistemas de origem continuam como estão.
Por que cruzar telemetria com TMS?
Cada sistema sabe uma parte. A telemetria sabe onde o veículo esteve; o TMS sabe o que foi planejado e cobrado. Cruzados, respondem quanto custou cada rota de verdade e onde a operação perde margem.