Relatório executivo
Visão de risco para a diretoria: o que está em jogo, prioridades e impacto no negócio — sem jargão.
Toda operação que cresce acumula superfície de ataque: integrações, APIs expostas, credenciais espalhadas e pessoas clicando no que não deviam. Segurança não é um produto que se compra — é a prática contínua de encontrar a fraqueza antes que ela seja explorada. Atuamos do lado ofensivo (achar a falha) e do defensivo (fechá-la), sempre com prova e prioridade clara.
Reconhecimento, exploração controlada, documentação e remediação. Nada de relatório genérico de scanner: cada achado vem com prova de conceito, impacto no seu negócio e o passo a passo da correção. Vamos ao genba — o ambiente real — porque a vulnerabilidade que importa é a que existe na sua operação, não a da teoria.
Simulamos ataques reais — caixa-preta, cinza e branca — em redes, aplicações web e APIs. Exploração controlada, prova de conceito e plano de correção priorizado por risco.
Mapeamento contínuo da superfície de ataque (infraestrutura, sistemas e dependências), classificação por severidade (CVSS) e remediação guiada — não só a lista, o caminho.
Prevenção, detecção e recuperação contra o sequestro de dados: backups imutáveis e testados, segmentação de rede, monitoramento de movimentação lateral e plano de resposta. Se o pior acontecer, você restaura a operação — sem pagar resgate.
Mapeamento de dados pessoais, relatório de impacto (DPIA), políticas e adequação técnica da coleta ao descarte. Privacidade por design, não por remendo.
Campanhas de phishing controladas, pretexting e testes de conscientização. O elo humano é testado e treinado — nunca culpado.
Blindagem de servidores, configuração segura e resposta a incidentes. Fechamos as portas que o teste abriu e preparamos o time para o próximo round.
Dois níveis: o técnico com evidências e reprodução; o executivo com risco de negócio e prioridades. Linguagem que a diretoria entende.
Ransomware não é "se", é "quando". A diferença entre um susto e uma paralisação está na preparação — e na capacidade de restaurar sem pagar resgate.
Regra 3-2-1: 3 cópias dos dados, em 2 mídias diferentes, com 1 fora do site (offline/imutável). · RPO — quanto de dado você aceita perder. RTO — em quanto tempo precisa voltar a operar. Definimos os dois antes do incidente e testamos a restauração de verdade — backup que nunca foi restaurado não é backup.
Quando algo acontece, improviso custa caro. Seguimos um fluxo definido — cada passo com responsável e decisão já combinados.
Planos, acessos e backups prontos antes de precisar.
Identificar o incidente, o escopo e a severidade.
Isolar para conter o alastramento.
Remover a ameaça e fechar a brecha de entrada.
Restaurar e validar a operação (RTO/RPO).
Pós-morte honesto e hardening do que falhou.
A segurança que entregamos nasce de formação científica de ponta e do método da escola israelense — referência mundial em cibersegurança.
Rigor científico e estado da arte — pesquisa de verdade por trás de cada análise.
Método de engenharia formado em uma das escolas mais exigentes do país.
Abordagem inspirada na metodologia israelense de cibersegurança ofensiva (Beer Sheva).
Não entregamos um PDF de scanner. Entregamos clareza para decidir e um caminho para corrigir.
Visão de risco para a diretoria: o que está em jogo, prioridades e impacto no negócio — sem jargão.
Cada achado com evidência, classificação CVSS, passo a passo de reprodução e a correção recomendada.
Lista priorizada por risco × esforço — o que corrigir primeiro e como, não só o que está errado.
Confirmamos que a correção fechou a porta — e que nada novo abriu no processo.
Diagnóstico de segurança em 48h — mapeamos sua superfície de ataque e entregamos um plano de correção priorizado por risco. Sem compromisso.