Em muitas operações, o ERP é a fonte da verdade — e também a origem do retrabalho. A mesma nota é lançada no SAP ou no TOTVS, depois redigitada no TMS para gerar a coleta, conferida de novo no WMS na separação, e ainda exportada numa planilha para fechar o financeiro. Cada passagem é uma chance de erro: um CFOP trocado, um peso errado no romaneio, um pedido que sumiu entre o e-commerce e o estoque.
A Meta Dados conecta o ERP (SAP, TOTVS, Sankhya, Omie) ao resto da sua operação para que estoque, financeiro, pedidos e NF-e fiquem sincronizados em tempo real. Sem redigitação, sem planilha no meio do caminho. O dado nasce em um lugar e flui — auditável — para todos os sistemas que precisam dele.
O custo de digitar a mesma nota duas vezes
Redigitação não é só lentidão. É a divergência que aparece no fechamento do mês, quando o estoque do WMS não bate com o do ERP. É o frete cobrado errado porque o peso no TMS veio de um lançamento manual. É a nota emitida em duplicidade porque dois setores não sabiam que o outro já tinha faturado.
Quando o ERP conversa diretamente com TMS, WMS e canais de venda, esse custo invisível desaparece:
- Fim da redigitação — o pedido entra uma vez e percorre faturamento, expedição e financeiro sem ser redatilografado.
- Estoque único — a baixa no WMS reflete no ERP e no e-commerce no mesmo instante, evitando venda sem lastro.
- Conciliação automática — NF-e, CT-e e fatura se cruzam por chave de acesso, não por conferência manual.
- Rastreabilidade — cada registro carrega de onde veio e quando entrou. Auditar deixa de ser caça ao tesouro.
Quais dados sincronizam entre o ERP e os demais sistemas
A integração é organizada por módulo. Você decide quais entram no projeto — quase sempre começa pelos que mais doem.
- Estoque — saldos, reservas, posições de armazém e movimentações entre ERP e WMS. Entradas, saídas e inventário batendo entre os sistemas.
- Financeiro — contas a pagar e a receber, baixas, conciliação bancária e centros de custo. O frete realizado no TMS vira lançamento no ERP sem digitação.
- Faturamento / NF-e — emissão, retorno da SEFAZ, cancelamento e carta de correção. A nota emitida no ERP alimenta a expedição e o transporte automaticamente.
- Pedidos — pedidos do e-commerce (VTEX, Shopify) e do B2B caem no ERP já validados, com cadastro, preço e tributação corretos. O status volta para o canal sem ninguém atualizar planilha.
Cada campo é mapeado de-para entre os sistemas: o CFOP do SAP que corresponde à natureza de operação do TMS, o código de produto do TOTVS que casa com o SKU do Shopify. Esse mapeamento é onde a integração se torna confiável — e é exatamente o trabalho que a Meta Dados faz no diagnóstico.
Como conectamos: API, EDI ou middleware
Não existe um método único certo. Existe o método certo para cada par de sistemas. Escolhemos pela realidade técnica do seu ambiente, não por preferência.
- API (REST/SOAP) — o caminho preferencial quando os sistemas expõem interfaces modernas. SAP (BAPI, OData, RFC), TOTVS (APIs do Protheus/Datasul), Sankhya, Omie, VTEX e Shopify têm APIs maduras. Troca em tempo real, com confirmação de recebimento.
- EDI — para o fluxo estruturado com transportadoras, clientes e grandes varejistas que trabalham por arquivo (NF-e/CT-e em XML, pedidos em layout fechado). Onde o EDI é o padrão do parceiro, integramos a ele.
- Middleware — uma camada de integração entre os sistemas que traduz formatos, aplica as regras de-para, controla fila, repete o que falhou e registra tudo. É o que evita que um sistema fora do ar derrube o outro.
O middleware é o que torna a integração resiliente: se a SEFAZ cai ou o e-commerce fica lento, as mensagens ficam em fila e são reprocessadas — nada se perde, nada trava a operação inteira.
Sistemas que integramos
A Meta Dados é especialista em transporte e logística, mas a engenharia de integração serve a qualquer operação. Trabalhamos com:
- ERP: SAP (ECC e S/4HANA), TOTVS (Protheus, Datasul, RM), Sankhya e Omie.
- TMS / WMS: RODOPAR e os principais sistemas de gestão de transporte e armazém do mercado.
- E-commerce: VTEX, Shopify e marketplaces.
- Telemetria: SASCAR, Autotrac, Omnilink, Onixsat, Cobli e Geotab, quando o transporte entra no mesmo fluxo.
Mais de 50 sistemas já passaram por integrações nossas. Quando o sistema não é dos comuns, mapeamos a interface que ele tem — banco de dados, arquivo ou API legada — e integramos do mesmo jeito.
Como é o projeto, do diagnóstico ao tempo real
Integração não é um produto de prateleira; é engenharia sobre a sua operação. Mas o caminho é previsível:
- Diagnóstico (48h, gratuito) — mapeamos os sistemas, os fluxos de dado e onde está a redigitação. Você recebe o desenho da integração e uma estimativa honesta de esforço.
- Mapeamento de-para — definimos quais campos sincronizam, com quais regras, e como tratar os casos raros (devolução, cancelamento, divergência).
- Construção e homologação — integramos em ambiente de teste, validamos com dados reais e só então tocamos a produção.
- Virada e monitoramento — a sincronização entra no ar com alertas. Se algo falha, você sabe antes do cliente.
Em integrações pontuais — um e-commerce ligando ao ERP, por exemplo — costuma-se falar em algumas semanas. Projetos com vários módulos do SAP ou TOTVS são faseados, justamente para não parar a operação. O diagnóstico é o que transforma esse prazo de chute em compromisso.
Perguntas frequentes
Preciso parar a operação para integrar SAP ou TOTVS?
Não. A integração é construída e testada em ambiente de homologação, com dados reais, antes de qualquer virada. Quando entra em produção, a sincronização é ligada de forma faseada — um módulo de cada vez — para que nada na operação trave durante a transição.
Quanto tempo leva uma integração entre ERP e TMS ou e-commerce?
Depende do número de módulos e da complexidade das regras fiscais. Uma integração pontual, como um e-commerce VTEX ou Shopify ligando ao ERP, costuma ficar pronta em algumas semanas. Projetos com vários módulos do SAP ou TOTVS são faseados. O diagnóstico gratuito de 48h transforma essa estimativa em um prazo concreto para o seu caso.
Quais dados ficam sincronizados entre os sistemas?
Estoque (saldos, reservas e movimentações), financeiro (contas a pagar e receber, baixas, conciliação), faturamento e NF-e (emissão, retorno da SEFAZ, cancelamento) e pedidos (e-commerce e B2B com cadastro, preço e tributação). Você escolhe quais módulos entram; quase sempre começa pelos que geram mais retrabalho.
A integração é em tempo real ou em lote?
Sempre que os sistemas permitem, a troca é em tempo real, com confirmação de recebimento via API. Quando o parceiro só trabalha por arquivo — caso comum de EDI com transportadoras e grandes varejistas — usamos lotes em janelas frequentes. O middleware controla a fila e reprocessa o que falha, então nada se perde nos dois cenários.
Funciona com SAP S/4HANA e com TOTVS Protheus?
Sim. Integramos SAP nas versões ECC e S/4HANA (via BAPI, OData e RFC) e o TOTVS Protheus, Datasul e RM (via suas APIs). Também trabalhamos com Sankhya e Omie. Quando o ERP é uma versão antiga sem API moderna, integramos pela interface disponível — banco, arquivo ou serviço legado.
O que é EDI e quando ele é necessário em vez de API?
EDI é a troca de documentos em formato estruturado e padronizado — NF-e e CT-e em XML, pedidos em layout fechado — muito usada entre empresas, transportadoras e grandes varejistas. Usamos EDI quando o parceiro exige esse padrão. Para integração entre seus próprios sistemas, a API costuma ser melhor por ser em tempo real. A Meta Dados trabalha com os dois e escolhe pelo que cada conexão pede.