O Metabase é um dos melhores caminhos para dar autonomia de dados ao time de negócio: open source, self-hosted e com um query builder que quem não sabe SQL realmente usa. Mas a distância entre "subir o Metabase num container" e ter uma plataforma de BI confiável em produção é justamente onde a maioria dos projetos trava — na modelagem, na governança e na operação.
A Meta Dados implanta e opera Metabase de ponta a ponta, dos nossos produtos próprios (como o BaseCNPJ) a operações de logística. Não somos uma agência de dashboards: somos engenharia de dados que trata o Metabase como a camada de consumo de uma arquitetura sólida por baixo.
O que entregamos
- Implantação self-hosted — Metabase em Docker na sua infraestrutura (ou na nossa), com o dado sensível sob seu controle — essencial para LGPD.
- Modelagem — views materializadas no PostgreSQL e Models nativos como camada semântica, para o dashboard ser rápido e o negócio se virar sozinho. Como fazemos →
- Governança multi-unidade — cada filial/cliente vê só o que é seu, por conexão, grupos e permissões. A arquitetura →
- Embedding multi-tenant — dashboards embarcados no seu produto SaaS, com isolamento por cliente à prova de vazamento. Os três modos →
- Migração — de Power BI, Tableau ou planilhas para o Metabase, sem perder indicadores nem histórico.
- Suporte e evolução — handover para o seu time criar as próprias perguntas, com a Meta Dados no suporte especializado contínuo.
Casos reais em produção
- BaseCNPJ — camada de BI self-hosted sobre uma base de mais de 62 milhões de empresas: data warehouse isolado, views materializadas e Models nativos monitorando mais de 1,6 milhão de consultas.
- Transportadora (frota de ~150 veículos) — telemetria, TMS e ERP integrados em um Metabase único, com segregação por filial e handover completo para o time interno.
Por trás desses projetos há engenharia de dados séria — inclusive uma metodologia de enriquecimento em escala nacional (~68 milhões de entidades, geolocalização por endereço exato, grafo societário).
Por que Metabase — e quando não
Metabase brilha quando o time de negócio precisa de autonomia sobre o banco com custo que escala pelo tamanho da equipe, não pelo volume de dados, e quando o controle do dado (self-hosted, LGPD) importa. É open source de verdade: sem lock-in, sem licença por assento obrigatória.
Mas a ferramenta serve ao problema. Recursos como filtro por linha automático (data sandboxing) e embedding interativo avançado são do Metabase Pro/Enterprise — e nós somos transparentes sobre quando o open source resolve e quando a edição paga se paga. Se o caso pede Power BI, Tableau ou Grafana, dizemos. Recomendamos o que faz sentido para a sua operação, não o que rende licença.
Por que a Meta Dados
Tratamos o Metabase como a ponta visível de uma engenharia que a maioria não faz: modelagem cuidadosa, warehouse isolado da produção, pipelines validados, governança e segurança por construção. É o que separa um dashboard bonito sobre dado ruim de uma fonte única de verdade em que a diretoria confia.
Conduzido por quem domina as duas pontas — formação em engenharia (ITA) e pesquisa (Doutorado USP), com a mesma disciplina de governança e segurança do resto da operação. Começa com um diagnóstico gratuito em 48h: você mostra suas fontes e dores, devolvemos um caminho concreto.
Perguntas frequentes
Metabase open source ou a versão paga?
Depende do requisito. A maioria dos projetos vive muito bem no Metabase open source, self-hosted. A edição Pro/Enterprise se justifica quando você precisa de filtro por linha automático (data sandboxing) ou embedding interativo avançado para muitos clientes. No diagnóstico dizemos com clareza qual faz sentido — e o que dá para resolver no OSS com arquitetura.
Vocês hospedam o Metabase ou fica na nossa infraestrutura?
Os dois modelos funcionam. O padrão é self-hosted na sua infraestrutura, para o dado sensível não sair do seu controle (importante para LGPD); quando faz sentido, operamos na nossa. Em ambos, o Metabase roda em Docker, versionado e monitorado.
Dá para migrar do Power BI ou Tableau para o Metabase?
Sim. Migramos indicadores, modelos e dashboards preservando as definições de negócio — "custo por km" continua significando a mesma coisa. Em geral a migração é uma boa oportunidade para arrumar a modelagem por baixo, não só trocar a ferramenta de cima.
O Metabase aguenta uma base grande?
Aguenta — desde que a modelagem esteja certa. O gargalo raramente é o Metabase, e sim o banco por trás. Por isso separamos a carga analítica em um data warehouse dedicado e materializamos os cortes pesados; é assim que servimos BI sobre bases de dezenas de milhões de registros sem degradar a produção.