Sua frota já gera dados o dia inteiro. SASCAR, Autotrac, Omnilink, Onixsat, Cobli, Geotab — cada equipamento sabe onde o veículo está, a que velocidade anda, há quanto tempo o motorista dirige e se a câmara fria saiu da faixa. O problema raramente é falta de dado. É o dado preso em seis portais diferentes, conferido na mão, colado em planilha. Aí ele chega tarde, chega errado, ou não chega.
Nós conectamos a telemetria da sua frota diretamente ao TMS e ao BI. Posição, jornada, eventos e cercas viram indicadores que o seu time usa todos os dias — uma fonte só, em tempo real, sem planilha no meio do caminho. Você para de operar olhando portal de rastreador e passa a operar olhando a sua operação.
Quais dados de telemetria entram na integração
Cada provedor expõe um conjunto de dados parecido, com nomes diferentes. Nós normalizamos tudo em um formato único — não importa se o veículo é rastreado por SASCAR ou Geotab, o indicador chega igual no seu painel. O que tipicamente sincronizamos:
- Posição e trajeto: latitude/longitude, endereço aproximado, sentido e hodômetro. A base de mapa, cerca e SLA de entrega.
- Velocidade: velocidade instantânea e excessos contra o limite da via ou da política da empresa.
- Jornada do motorista: ignição, deslocamento, paradas, refeição e descanso — o insumo da gestão de jornada (Lei do Motorista).
- Eventos: frenagem brusca, aceleração agressiva, curva forte, RPM, pânico, violação de cerca, perda de sinal e bloqueio.
- Temperatura e baú: sensores de câmara fria, abertura de porta e engate/desengate de carreta — crítico para cadeia do frio e antifurto.
- Identificação: placa, motorista (iButton/RFID), rota e, quando disponível, o vínculo com o documento de transporte.
Se um provedor seu não está nessa lista, normalmente também integramos. A pergunta certa não é "vocês atendem a marca X", é "a marca X tem API ou recebimento de posições" — e quase sempre tem.
Para onde os dados vão: TMS, BI e portal do cliente
Telemetria sozinha é um mapa bonito. Telemetria conectada ao resto da operação é gestão. Levamos o dado para os três lugares onde ele vira trabalho:
- TMS (RODOPAR e outros): a posição amarra na viagem e no CT-e. A ocorrência de telemetria vira ocorrência de transporte. O TMS deixa de depender de alguém abrir o portal do rastreador para saber onde está a carga.
- BI (Power BI e afins): os eventos viram indicadores históricos — pontualidade, tempo em pátio, consumo de jornada, recorrência de eventos de risco por motorista e por rota. Dado que vira decisão, não relatório que ninguém lê.
- Portal do cliente / embarcador: o seu cliente acompanha a entrega dele com a posição e o status real, sem ligar pra central. Visibilidade que reduz o telefone tocando e melhora a percepção de serviço.
É o fim da redigitação: o evento nasce no rastreador e percorre TMS, BI e portal sem ninguém recopiar nada.
O que isso resolve na prática
Não vendemos dashboard. Resolvemos três dores concretas que aparecem em quase toda transportadora:
- Gestão de jornada: as horas de direção, espera e descanso vêm direto da telemetria, prontas para conferência e fechamento. Menos passivo trabalhista, menos planilha de apontamento manual, fundamento real para o adicional.
- Antifraude e segurança: desvio de rota, parada não prevista, violação de cerca, abertura de baú fora do ponto de entrega e perda de sinal viram alerta no mesmo instante — não descoberta no dia seguinte. A telemetria cruzada com a viagem do TMS é o que separa o incidente real do falso positivo.
- SLA de entrega: a posição confronta a janela prometida. Você sabe que vai atrasar antes do cliente saber, mede pontualidade por rota e por cliente, e tem o histórico para renegociar contrato com número, não com opinião.
Como a integração é feita
O caminho depende do que cada provedor oferece, e nós escolhemos o mais estável para a sua operação:
- API / webhook: quando o provedor expõe API (caso de Cobli, Geotab e a maioria dos modernos), consumimos posições e eventos por requisição agendada ou recebemos o push em tempo real.
- Recebimento de posições: SASCAR, Autotrac, Omnilink e Onixsat costumam oferecer envio de dados para um endpoint seu — habilitamos e tratamos o fluxo de entrada.
- Camada de normalização: entre o provedor e o seu TMS/BI fica uma camada que padroniza nomes, unidades e fusos, deduplica posição repetida e guarda o histórico. É o que faz seis provedores parecerem um só.
A integração roda em paralelo à operação. Não trocamos nem desligamos seu rastreador — apenas lemos o que ele já produz. Tecnologia que desaparece para que o seu negócio apareça.
Por que a Meta Dados
Integramos transporte e logística desde 2000. Conhecemos a SASCAR, o RODOPAR, o CT-e e a rotina de quem opera frota — não chegamos para aprender o seu negócio no seu projeto. Começamos por entender a operação real, no campo, antes de propor qualquer arquitetura. E entregamos com governança e privacidade por design, não por remendo: dado de motorista é dado pessoal, e tratamos como tal desde a primeira posição.
O primeiro passo é um diagnóstico gratuito em 48h: mapeamos seus provedores de telemetria, seu TMS e onde a planilha está hoje, e mostramos exatamente o que dá para automatizar — com escopo, ordem e prazo. Sem compromisso.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para integrar a telemetria ao meu TMS?
Uma integração de um provedor (por exemplo, SASCAR para o RODOPAR) com posição e eventos principais costuma ficar pronta em poucas semanas. O prazo real depende de quantos provedores você usa e do quão acessível é a API de cada um. O diagnóstico gratuito em 48h devolve um cronograma com escopo e ordem antes de qualquer contrato.
Preciso parar a operação ou trocar de rastreador?
Não. A integração lê os dados que seu rastreador já produz e roda em paralelo à operação — nada é desligado ou substituído. Você continua com SASCAR, Autotrac, Omnilink ou qualquer provedor que já usa; nós apenas conectamos esse fluxo ao TMS e ao BI.
Quais dados da telemetria são sincronizados?
Posição e trajeto, velocidade e excessos, jornada do motorista (ignição, paradas, descanso), eventos de risco (frenagem, violação de cerca, pânico, perda de sinal), temperatura de câmara fria e abertura de baú, além da identificação de placa, motorista e rota. Normalizamos tudo em um formato único, igual para todos os provedores.
Dá para integrar mais de um provedor de rastreamento ao mesmo tempo?
Sim, e é o caso mais comum. Frotas misturam SASCAR, Autotrac, Omnilink, Onixsat, Cobli e Geotab conforme a aquisição dos veículos. Uma camada de normalização unifica todos: o indicador chega igual no painel, não importa de qual rastreador veio a posição.
A integração serve para gestão de jornada do motorista?
Sim. As horas de direção, espera e descanso vêm direto dos eventos de ignição e deslocamento da telemetria, prontas para conferência e fechamento. Isso reduz o apontamento manual em planilha e dá fundamento real para o cálculo de jornada conforme a Lei do Motorista.
Como funciona a parte de antifraude e alertas?
Cruzamos a telemetria com a viagem do TMS. Desvio de rota, parada não prevista, violação de cerca, abertura de baú fora do ponto de entrega e perda de sinal viram alerta em tempo real. O cruzamento com a viagem planejada é o que reduz falso positivo e foca a central no incidente que importa.