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Engenharia de dados desde 2000.

26 anos conectando sistemas no Brasil. Sem camada de atendimento entre você e quem constrói.

A Meta Dados existe desde 2000. São 26 anos fazendo a mesma coisa, cada vez melhor: ligar sistemas que não foram feitos para conversar e transformar o que sai deles em decisão. Começamos quando integrar significava madrugada de arquivo TXT e FTP, e atravessamos cada onda de tecnologia desde então — sem nunca trocar a engenharia pela moda do momento.

Não somos uma agência que terceiriza o trabalho duro. Somos uma consultoria de engenharia de dados especializada em transporte e logística, com produtos próprios no ar e um único responsável técnico do diagnóstico à entrega. Esta página conta quem somos, o que construímos e quem conduz cada projeto.

Nossa história: 26 anos construindo pontes

A Meta Dados nasceu em São Paulo, no ano 2000, com uma convicção simples e teimosa: nenhuma empresa deveria redigitar o mesmo dado duas vezes. Naquela época, integrar dois sistemas era um projeto de meses. Hoje fazemos em dias o que antes levava trimestres — mas o problema do cliente continua o mesmo: a informação está espalhada, chega tarde e mora em planilhas que ninguém confia.

Em mais de duas décadas, atravessamos a virada do XML para a API, a chegada da nuvem, a explosão dos rastreadores veiculares e, agora, a era da automação inteligente. Em cada fase, mantivemos o foco onde sempre esteve: o fim da redigitação e o fim da planilha no meio do caminho. A logística se tornou nosso terreno natural porque é onde a fragmentação dói mais — rastreador de um lado, ERP de outro, TMS no meio, e o cliente final esperando uma resposta que ninguém tem em tempo real.

Não medimos os 26 anos em tamanho de equipe, e sim em sistemas que aprendemos a domar: SASCAR, Autotrac, Omnilink, Onixsat, Cobli, Geotab, RODOPAR, SAP, TOTVS, Sankhya, Omie — e dezenas de outros que cada cliente carrega como herança. Conhecer o comportamento real desses sistemas, suas APIs mal documentadas e seus campos traiçoeiros é o que separa um projeto que funciona de uma promessa de slide.

O que fazemos

Engenharia de dados de ponta a ponta. Não vendemos uma licença e somos cinco serviços que se sustentam:

O fio que costura tudo é a especialidade em logística: entendemos um manifesto, um CT-e, um romaneio e um evento de telemetria tão bem quanto entendemos um banco de dados. É por isso que falamos com o diretor de operações e com o desenvolvedor na mesma conversa.

Quem conduz

A Meta Dados é conduzida por Djeferson Capelli. Não há uma camada de gerentes de conta entre você e quem desenha a solução: você fala com o engenheiro que vai construí-la. Essa é a vantagem, não a limitação.

A autoridade técnica vem de uma formação rara de reunir num só lugar:

Essa combinação — ciência da USP, engenharia do ITA e a mentalidade ofensiva israelense — é o que nos permite tratar integração, automação e segurança como uma coisa só, e não como três fornecedores que não se falam.

Construímos, não só consultamos

A diferença entre quem assessora e quem entrega aparece no que você é capaz de pôr no ar. A Meta Dados mantém 11 produtos próprios em produção, usados todo dia, sustentando operação real:

Quando você nos contrata, não recebe teoria de quem nunca operou um sistema em produção. Recebe a mão de quem mantém os seus de pé há anos.

Como trabalhamos

Nosso método tem nomes japoneses e prática de engenharia. Seis princípios que reduzem o risco do seu projeto e dão ritmo à entrega:

Tudo isso sob a filosofia que dá nome à nossa marca, o Kanso — a beleza de remover o desnecessário. Boa engenharia desaparece: a tecnologia some para que o seu negócio apareça.

Por que a Meta Dados

Há fornecedores maiores e há fornecedores mais baratos. O que dificilmente você encontra junto é o que nos define:

Começa com um diagnóstico gratuito em 48 horas: você conta sobre seus sistemas e objetivos, e devolvemos um plano concreto — sem compromisso e sem jargão. Dados que viram decisão começam com uma conversa honesta.

Perguntas frequentes

Vocês atendem fora de São Paulo?

Sim. Somos sediados na Av. Paulista, em São Paulo, mas atendemos todo o Brasil de forma remota. Integração de sistemas, automação e BI são, por natureza, trabalho remoto — boa parte dos nossos clientes nunca precisou de uma visita presencial. Quando o projeto exige presença em campo, combinamos. A distância não muda o padrão de engenharia.

Quem executa o projeto, na prática?

Quem você conhece na primeira conversa é quem constrói. A Meta Dados é conduzida por Djeferson Capelli (Doutorado pela USP, Engenharia pelo ITA) e não há camada de atendimento entre você e quem desenha a solução. Isso significa decisões técnicas rápidas, sem ruído de tradução entre o que você pediu e o que é entregue.

A Meta Dados é uma empresa pequena? Isso é risco?

Somos uma operação enxuta e sênior por escolha — é o que garante engenharia direta, sem terceirização do trabalho que importa. A prova de capacidade são os 26 anos no ar e os 11 produtos próprios que mantemos em produção todo dia. Você contrata foco e responsabilidade pessoal, não um número de crachá perdido num organograma.

Que tipo de empresa contrata a Meta Dados?

Nosso terreno é transporte e logística: transportadoras, operadores logísticos, embarcadores e indústrias com frota e expedição. Atendemos quem tem rastreadores (SASCAR, Autotrac, Omnilink, Onixsat, Cobli, Geotab), ERP/TMS (RODOPAR, SAP, TOTVS, Sankhya) e precisa que tudo isso converse. Também atuamos fora da logística quando o desafio é de dados — integração, automação, BI, LGPD e segurança.

O que significa 'engenharia de dados' no caso de vocês?

É fazer o dado nascer uma vez e fluir sozinho, do sistema de origem até a decisão. Na prática: conectar sistemas que não se falam, automatizar o trabalho repetitivo (RPA), transformar registros em painéis que orientam a operação e garantir que tudo isso seja seguro e conforme a LGPD. Não é só extrair relatório — é projetar o caminho que o dado percorre.

Por que a referência à escola israelense de cibersegurança?

Nosso método incorpora a mentalidade ofensiva da escola israelense (Ben-Gurion, Beer Sheva): aprender a atacar para saber blindar. Mesmo num projeto de integração ou BI, olhamos para o sistema como um invasor olharia. O resultado é uma entrega mais resistente — segurança pensada desde o início, não remendada depois.

Comece sem custo

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Mapeamos seus sistemas atuais, apontamos os maiores gargalos e entregamos um plano priorizado por risco × esforço. Você sai com clareza — usando ou não a Meta Dados.

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